15 de abr. de 2013

Gravidez Tardia ou pós aos 35 anos

Gravidez Tardia
O critério sobre a idade ideal para dar à luz evoluiu com o tempo. Na década de 1960, considerava-se ideal a faixa entre os 18 e os 25 anos. Quando a mulher dava à luz pela primeira vez depois dos 25 anos, era classificada de primigesta idosa. Hoje, admite-se que a idade “ideal” para a primeira gravidez vai dos 20 aos 30 anos. Diante da tendência de as mulheres engravidarem mais tarde, é possível que, daqui a alguns anos, esses números sejam revistos e o período alargado significativamente.
De modo geral, o universo feminino mudou muito a partir de 1960. As mulheres foram para as universidades e passaram a disputar espaço no mercado de trabalho. Além disso, o desenvolvimento de métodos anticoncepcionais seguros lhes permitiu definir o momento oportuno para engravidar. Diante dessas novas possibilidades de desenvolvimento pessoal e carreira algumas passaram a optar por ter filhos mais tarde, depois dos 35 anos.
 

Muitas mulheres esperam por um momento de maior estabilidade financeira e no relacionamento para ter o primeiro filho. Se, por um lado, essa postura ajuda a fazer com que a criança encontre melhores condições para seu desenvolvimento, por outro, aguardar demais pode trazer complicações. Engravidar na faixa dos 40 anos, além de ser mais difícil, envolve riscos extras à saúde da mãe e do bebê.
Por esses motivos, o planejamento familiar desempenha um papel importante na hora de programar a geração de uma nova vida, explica o ginecologista.
“Uma gravidez tardia envolve mais riscos, inclusive de infertilidade, além de estar mais associada a diabetes, hipertensão e outros problemas circulatórios”, afirma. Com o passar dos anos, aumenta também a possibilidade de abortamento e de nascimentos prematuros, completa.
 

Para os ginecologistas a principal causa dessa maior vulnerabilidade é o envelhecimento natural do aparelho reprodutor feminino , que faz com que a mulher fique exposta a fatores que podem comprometer a fertilidade, como inflamação nas trompas, aparecimento de miomas ou endometriose.
Além disso, uma mulher, quando começa a menstruar, possui 400 mil óvulos em geral. Aos 40 anos, esse número cai para aproximadamente 20 mil.
“Mas não é só a quantidade dos gametas femininos que diminui com o tempo. A qualidade também. Isso pode fazer com que a criança tenha problemas de má formação, Mas se está comprovado que ter filhos em idades mais avançadas envolve maiores riscos, o que explicaria o fato de as mulheres de hoje continuarem a postergar a gravidez? Os principais motivos, ainda de acordo com os ginecologitas, são a dedicação aos estudos ou ao trabalho.


 

Cuidados especiais

A melhor receita para a mulher minimizar todos esses riscos é realizar um acompanhamento especial durante os nove meses de gestação. Entre as medidas recomendadas estão um pré-natal mais rigoroso, que envolve uma avaliação fetal mais precisa e um estudo genético do bebê.
Também é fundamental que as mulheres que planejam gestações tardias procurem o médico antes de engravidar. Isso vai possibilitar que uma boa avaliação clínica seja realizada, com exames preventivos para detecção de diabetes, doenças cardiovasculares e câncer de mama.
São muitas as causas que levam à infertilidade nessa fase da vida. As injeções anticoncepcionais, por exemplo, podem atrasar o retorno da fertilidade em vários meses. Por isso, é preciso primeiro avaliar para depois adotar métodos adequados, que vão desde a indução da ovulação a cirurgias e fertilização in vitro".
 
fontes : http://drauziovarella.com.br/mulher-2/gravidez-apos-os-35-anos/     

http://www.gineco.com.br/materias-planejamento-familiar/vida-que-comeca-aos-40
 


11 de abr. de 2013

Gravidez Precoce


Sexualidade é mais do que o que você faz sexualmente com outra pessoa. Ela é um aspecto importante da sua personalidade. 


A sexualidade é uma combinação de muitas coisas diferentes, incluindo as seguintes:

- a pessoa que você acha que é;
- seu corpo;
- como você se sente como homem ou como mulher;
- o modo como você se veste, se move e fala;
- seu modo de agir;
- como você se sente em relação a outras pessoas.

Esta combinação de coisas contribui para definir você como pessoa. Cada pessoa é uma mistura ligeiramente diferente, e é isto que a torna única. O que é certo para uma pessoa pode não ser certo para uma outra.


Lembre-se sempre que não há nada de errado em esperar até achar que você está preparado para entrar num relacionamento sexual, embora outras pessoas possam tentar pressioná-lo(a). É muito importante você se conhecer bem e dispor de todos os fatos necessários antes de entrar num relacionamento deste tipo. 


A gravidez para algumas mulheres é um sonho, um momento feliz em que planejaram o início da família, mas quando não é planejada nem sempre é bem aceita. A adolescência é uma fase de descobertas, de mudanças no corpo, e nos pensamentos, trazendo serias conseqüências a vida e mudanças na rotina de todos os envolvidos, tanto a adolescente, como para os familiares.
A falta de informações ou a imprudência, causada pelos impulsos e impudências dos adolescentes, são as principais causas da gravidez na adolescência.
Engravidar neste período pode trazer muitos riscos à saúde física e psicológica da futura mãe, principalmente se a família não aceita esta gravidez, como também a saúde da criança.
Uma forma simples de se evitar essas situações, é o diálogo, os pais devem instruir os filhos sobre a vida sexual, informá-los dos perigos envolvidos, como as Doenças Sexualmente Transmissíveis e até a gravidez indesejada, os filhos por sua vez devem informar os pais quando iniciar a sua vida sexual.
Os principais risco vão desde um aborto instantâneo, pela falta de acompanhamento médico e de informações, a ingestão de medicamentos abortivos.
Aborto é crime, por isso por mais duro que seja para a família, o apoio neste momento é fundamental.

Para as adolescentes a conscientização é o primeiro passo para se evitar essas situações, antes de começar sua vida sexual, visite uma ginecologista, tire todas as suas dúvidas e se previna na hora do sexo. O ideal é esperar um pouco mais, já que nesta idade ainda é considerado precoce manter relações sexuais, por isso fique atenta a todas as orientações sobre o assunto.
 fontes: 


http://www.ressoar.org.br/dicas_saude_gravidez_adolescencia_sexualidade.asp

16 de mar. de 2013

Doe Sangue

Os hemocentros estão pedindo para estar doando sangue....
quem doa sangue simplesmente não estar doando uma porcentagem de sangue e sim esta proporcionando a chance de uma pessoa sobreviver por estar recebendo desse sangue que necessita, não custa nada e não faz mal a saúde e sim faz bem, pois uma porcentagem do nosso sangue no organismo não utilizamos....
Para doar simplesmente você deverá ir ao hemocentro mais perto de sua casa com os seguinte documento RG (Registro Geral), CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do ou documento com foto e com a carteira do SUS (Sistema Único De Saúde).

Condições básicas para doar Sangue:

  • Sentir-se bem, com saúde; 
  • Apresentar documento com foto, emitido por orgão oficial e valido em todo território nacional.
  • Ter entre 18 e 65 anos de idade.
  • Pesar acima de 50 kg. 




Recomendações para o dia da doação:

  • Nunca vá doar sangue em jejum;
  • Repouso mínimo de 6 horas na noite anterior,
  • Não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores;
  • Evitar fumar pelo menos 2 horas antes da doação;
  • Evitar alimentos Gordurosos.
Quem não pode doar?

  • Quem teve diagnóstico de Hepatite após os 10 anos de idade;
  • Mulheres grávidas ou que estejam amamentando,
  • Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como Aids, Hepatite, Sífilis e doença de Chagas
  • Usuários de Drogas
  • Aquela que tiveram relacionamento sexual com múltiplos parceiros, nos últimos 12 meses 
O que acontece depois da doação de Sangue?

O doador recebe instruções referentes ao seu bem - estar e cuidados que deverão ser tomados, tais como:

  • Beber bastante liquido nas primeiras 6 horas e alimentar-se normalmente.
  • Não fumar nas primeiras 2 horas.
  • Não praticar esporte radicais ou atividades de risco.
O que acontece com o sangue doado?

Todo Sangue doado é separado em diferentes componentes( como hemácias, plaquetas, plasma e outros), e assim poderá beneficiar mais de um paciente com a apenas uma doação.

Os componentes são distribuídos para os hospitais e clínicas da Cidade para atender casos de emergência, pacientes internados, e pessoas com doenças hematológicas.



Isso é importante:

Embora realizados os exames no sangue coletado (hepatite, sifilis,Doença de Chagas, HIV e outros), ha um periodo chamado janela imunológica - espaço de Tempo entre as contaminações e a positividade do teste.
Isso significa que a pessoa pode ter sido contaminado por um agente infeccioso e este não ser detectado através dos exames realizados. Por isso, é fundamental que você seja sincero na entrevista. Honestidade também salva vidas, Diante de um teste positivo ou inconclusivo, o doador será convocado por meio de carta para realização de um novo exame.


24 de fev. de 2013

Paixão de Cristo

Venho aqui convida-los a assistir a apresentação da ENCENAÇÃO da PAIXÃO DE CRISTO que nesses 6 anos vem acontecendo na cidade de Olímpia SP. 



3 de fev. de 2013

Mal de Alzheimer

O que é o Mal de Alzheimer?

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa, até o momento incurável e terminal. Foi descrita pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. Essa doença afeta geralmente pessoas acima dos 65 anos, embora seu diagnóstico seja possível também em pessoas mais novas. 

 

Sinais e Sintomas:
A evolução da doença está dividida em quatro fases. 
 
Primeira fase 
Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar fatos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum.
Segunda fase
Uma pequena parte dos pacientes apresenta dificuldades na linguagem, percepção ou na execução de movimentos, mais marcantes do que a perda de memória. A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afetadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.
Terceira fase
A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.
Quarta fase
Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).
 
Prevenção:
Todos os estudos de medidas para prevenir ou atrasar os efeitos do Alzheimer são frequentemente infrutíferos. Hoje em dia, não parecem existir provas para acreditar que qualquer medida de prevenção é definitivamente bem sucedida contra o Alzheimer. No entanto, estudos indicam relações entre fatores alteráveis como dietas, risco cardiovascular, uso de produtos farmacêuticos ou atividades intelectuais e a probabilidade de desenvolvimento de Alzheimer da população. Mas só mais pesquisa, incluídos testes clínicos, revelarão se, de fato, esses fatores podem ajudar a prevenir o Alzheimer . 
Dieta e Tratamento:
O tratamento visa a confortar o paciente e retardar o máximo possível a evolução da doença. Algumas drogas são úteis no início da doença, e sua dose deve ser personalizada. São os inibidores da acetil-colinesterase, medicações que inibem a enzima responsável pela degradação da acetilcolina produzida e liberada por um núcleo na base do cérebro ( núcleo basal de Meynert). A deficiência de acetilcolina é considerada epifenômeno da doença de Alzheimer, mas não é o único evento bioquímico/fisiopatológico que ocorre.

Mais recentemente, um grupo de medicações conhecido por inibidores dos receptores do tipo NMDA (N-Metil-D-Aspartato) do glutamato entrou no mercado brasileiro, já existindo no europeu há mais de uma década. A memantina é tal droga, e sua ação dá-se pela inibição da ligação do glutamato, neurotransmissor excitatório do sistema nervoso central a seus receptores. O glutamato é responsável por reações de excitotoxicidade com liberação de radicais livres e lesão tecidual e neuronal. 
Cuidados Especiais

COMO CUIDAR DO PACIENTE COM ALZHEIMER?

Cuidar de uma pessoa portadora de Doença de Alzheimer pode ser difícil em alguns momentos. Requer principalmente amor, solidariedade e tudo que estas duas palavras englobam: paciência, dedicação e, sobretudo, uma assistência que merece a divisão de tarefas entre os familiares, visto que os cuidados exigem atenção integral, gerando desgaste físico e emocional para todos aqueles que lidam diretamente com o portador.
Hoje em dia, contamos com uma poderosa arma: a informação. Somente com o conhecimento do que é e do que será, teremos condições de enfrentar tão árdua tarefa.

Seguem algumas dicas que podem auxiliar no cuidado do dia-a-dia: 
  • Estabeleça rotinas, mantendo a normalidade: uma rotina pode facilitar as atividades que você deverá fazer e, ao mesmo tempo, estruturar um novo sistema de vida. A rotina pode representar segurança para o portador, porém, embora ela possa ajudar, é importante manter a normalidade da vida familiar, procure tratar o portador da mesma forma como o tratava antes da doença.

  • Incentive a independência: é necessário que o portador receba estímulos à sua independência. Faça com ele e não por ele, respeite e preserve sua capacidade atual de realizar atividades de vida diária. Supervisione, auxilie e faça por ele apenas quando não houver nenhuma capacidade para execução de determinada tarefa. Isto o ajudará a manter a auto-estima, o respeito próprio e, consequentemente, diminuirá a ansiedade do familiar.
Ajude o portador a manter sua dignidade: lembre-se que a pessoa de quem você cuida é ainda um indivíduo com sentimentos. O que você ou outros familiares fazem ou falam em sua presença pode perturbá-lo. Evite discutir sobre as condições do portador na sua presença;
• Evite confrontos: qualquer tipo de conflito pode causar estresse desnecessário em você e/ou no portador. Evite chamar atenção e mantenha a calma de maneira que a situação não piore. Lembre-se que por mais que pareça proposital, é a doença que ocasiona momentos de agitação, agressividade, etc. NÃO é culpa do portador. Tente identificar qual ou quais fatores podem ser responsáveis pela alteração apresentada e, a partir daí, trabalhe para eliminá-los;

• Faça perguntas simples: mantenha uma conversa simples, sem incluir vários pensamentos, idéias ou escolhas; as perguntas devem possibilitar respostas como “sim” ou “não”; perguntar “você quer laranja?” é melhor do que “que fruta você gostaria de comer?”.
 Mantenha seu senso de humor: procure rir com (e não rir do) o portador de DA. Algumas situações podem parecer engraçadas para você, mas não são para ele. Mantenha um humor saudável e respeitoso, ele ajuda a diminuir o estresse.
• Torne a casa segura: a dificuldade motora e a perda de memória podem aumentar a possibilidade de quedas. Por isso, você deve trazer o máximo de segurança para sua casa: verifique tapetes, mesas de centro, móveis com quina, objetos de decoração, escadas, banheiras, janelas, piscinas, etc.
• Encoraje o exercício e a saúde física: em alguns casos, o exercício físico pode colaborar para que o portador mantenha suas habilidades físicas e mentais por um tempo maior. O exercício apropriado depende da condição de cada pessoa. Consulte o médico para melhores informações.
• Ajude a manter as habilidades pessoais: 
algumas atividades podem incentivar a dignidade e o respeito próprio, dando propósito e significado à vida. Uma pessoa que antes foi uma dona de casa, um motorista, um professor ou um executivo pode ter maior satisfação usando algumas das habilidades relacionadas ao seu serviço anterior. Lembre-se, entretanto, que a DA é progressiva e os gostos ou habilidades das pessoas acometidas pela doença fatalmente mudarão com o tempo. Conhecer estes detalhes exigirá de você, familiar/cuidador, maior observação para que, dessa forma, seja possível um planejamento de atividades compatíveis com o grau de dependência apresentado pelo portador.
• Mantenha a comunicação: com o avanço da doença, a comunicação entre você e o portador pode tornar-se mais difícil. Segue algumas dicas que poderão ajudá-o:
- tenha certeza de que a atenção do portador não está sendo prejudicada por outros fatores;
- fale clara e pausadamente, frente a frente e olhando nos seus olhos;
- demonstre amor através do contato físico;
- preste atenção na linguagem corporal – pessoas que perdem a comunicação verbal, comunicam-se muito com os gestos;
- procure identificar as lembranças ou palavras-chave que podem ajudá-lo a comunicar-se efetivamente com o portador.
• Use artifícios de memória: para alguns portadores, o uso de artifícios de memória pode ajudá-lo a lembrar de ações cotidianas e prevenir confusões como, por exemplo: mostre fotografias dos familiares com seus nomes para ajudá-lo a reconhecer quem é quem no ambiente familiar, coloque placas indicativas nas portas identificando o quarto, o banheiro, etc. Lembre-se, porém, que com o avançar da doença estes artifícios não mais terão o resultado esperado.

A MEMÓRIA

A memória é dividida em três componentes: a imediata , a intermediária e a remota.
A imediata diz respeito a fatos recentes próximos (de horas e poucos dias). 
A intermediária diz respeito a fatos de semanas e meses e a remota se refere a fatos antigos, do passado.

  Há uma tendência a se ter dificuldade em reter fatos recentes, com prejuízo das memórias imediata e intermediária na 3ª idade. Por outro lado, a recordação de fatos antigos permanece intacta. Esta situação é considerada normal. O esquecimento de fatos recentes não é considerado uma doença e sim um fato absolutamente normal para a idade sendo denominado “lapso de memória”.
 
O processo de memorização é complexo, envolvendo sofisticadas reações químicas. Os fatos antigos naturalmente têm mais tempo de se fixar em nosso “banco de dados” e daí a sua melhor fixação, o que não ocorre com fatos recentes, que têm pouco tempo para se fixarem e ainda podem ter sua capacidade de fixação alterada, por razões relacionadas a variações de estado emocional ou a problemas de ordem física.
A perda de memória pode estar associada com determinadas doenças neurológicas, com distúrbios psicológicos, com problemas metabólicos e também com certas intoxicações.


A forma mais freqüente de perda de memória é conhecida popularmente como “esclerose” ou demência. A demência mais comum é a doença de Alzheimer, que se caracteriza por acentuada perda de memória acompanhada de graves manifestações psicológicas como, por exemplo, a alienação. No acidente vascular cerebral (AVC) e nas encefalites, também podem ocorrer problemas em diversas fases da memória.
Após um traumatismo de crânio pode ocorrer a denominada amnésia lacunar: a pessoa não se recorda do acidente e de fatos que ocorreram imediatamente antes do mesmo.
Estados psicológicos alterados, como o “stress”, a ansiedade e a depressão podem também alterar a memória. A falta de vitamina B1 (tiamina) e o alcoolismo levam a perda da memória para fatos recentes e com freqüência estão associados a problemas de marcha e confusão mental.
Doenças da tireóide, como o hipotireoidismo, se acompanham de comprometimento da memória. O uso de medicação tranqüilizante (“calmantes”) por tempo prolongado, provoca a diminuição da memória e favorece também a depressão, o que leva à uma situação que pode se confundir com a demência.
A vida sedentária com excesso de preocupações e insatisfações, bem com uma dieta deficiente, favorecem a perda de memória.
A contínua atividade intelectual, como a leitura, exercícios de memória, palavras cruzadas e jogo de xadrez auxiliam a manutenção da memória. O estilo de vida ativo, com atividade física feita com regularidade e uma dieta saudável são básicas para a manutenção da memória.

 

23 de set. de 2012

ODONTOLOGIA

Odontologia

Dentes: importante função de mastigação dos alimentos
Os dentes são órgãos do corpo humano de consistência dura, natureza calcária e cor branca. Os dentes estão estão localizados na boca e fixados nos maxilares.
A principal função dos dentes é realizar a mastigação dos alimentos.

Os dentes são classificados de acordo com a posição e a função. Desta forma, temos:
- Incisivos: dentes situados na parte da frente da boca e que servem para cortar os alimentos.
- Caninos: possuem formato agudo e pontiagudo e servem para rasgar os alimentos.
- Pré-molares e molares: possuem a função de triturar os alimentos e localizam-se no fundo da boca.

Os seres humanos possuem, na sua primeira dentição, 20 dentes de leite (10 na parte superior e 10 na inferior). Após os 6 anos, os dentes de leite começam a cair e surge a dentição permanente. Esta é formada por 32 dentes (16 superiores e 16 inferiores). Desta forma, o ser humano possui 4 incisivos, 2 caninos, 4 pré-molares e 6 molares na parte superior e a mesma quantidade na inferior.
Conservação e saúde dental

Para uma boa conservação dos dentes é necessário escovação adequada, após as refeições. O uso de fio dental e produtos enxaguatorios também são importantes. Deve-se visitar um dentista a cada 6 meses. Desta forma, é possível evitar as cáries e outras doenças bucais.
Quais são as diferentes partes do dente?
  • Coroa: parte superior do dente, geralmente a única parte visível. O formato da coroa determina a função do dente. Por exemplo, os dentes anteriores são mais afiados, têm a forma de um cinzel e servem para cortar, enquanto os molares têm superfície plana e servem para triturar os alimentos.
  • Linha de junção dos dentes e da gengiva: Sem a escovação e uso adequado do fio dental, nesta área podem se formar a placa e o tártaro, causando gengivite e outros males.
  • Raiz: parte do dente que está dentro do osso. 
    A raiz, que mantém o dente inserido no osso, constitui mais ou menos dois terços do seu tamanho.
  • Esmalte: a camada mais externa da superfície do dente. É o tecido mais duro e mineralizado de todo o corpo humano, mas pode ser danificado se os dentes não forem higienizados adequadamente.
  • Dentina: camada dentária situada abaixo do esmalte. Se a cárie conseguir atravessar o esmalte, ela passa a atacar a dentina, onde há milhões de pequenos túbulos que vão diretamente à polpa do dente.
  • Polpa: tecido mole situado no centro do dente, onde se encontram o nervo e os vasos sanguíneos. Quando a cárie atingir essa área, as pessoas geralmente sentem dor.
Quais são os nomes dos dentes?
Cada dente tem uma função ou tarefa específica (Consulte a ilustração do arco dental nesta seção e identifique cada tipo de dente):
  • Incisivos: dentes frontais afiados em forma de cinzel (quatro superiores, quatro inferiores) para cortar os alimentos.
  • Caninos: dentes com pontas agudas (cúspides) que rasgam os alimentos.
  • Pré-molares: com duas pontas (cúspides) na superfície para esmagar e moer os alimentos.
  • Molares: Para triturar os alimentos, estes dentes possuem várias cúspides na superfície de mordida. 

A Boa Higiene Bucal Previne Muitos Problemas

Entre os efeitos da má higiene bucal estão as cáries, a gengivite, a periodontite e a perda dos dentes. Felizmente, com os cuidados apropriados – como a limpeza correta e regular dos dentes – podemos prevenir a maioria desses problemas.

Se não limpamos bem nossos dentes todos os dias, corremos um grande risco de ter cárie. Seus sinais são aqueles furinhos visíveis nos dentes, dor ao mastigar e sensibilidade ou dor nos dentes.

Quando não retiramos regularmente os carboidratos da comida e da bebida que ingerimos, eles permanecem em contato com os dentes e servem de alimento para as bactérias responsáveis pela cárie. A placa começa a se formar sobre os dentes 20 minutos depois de comermos; portanto, quem gosta de beliscar toda hora precisa cuidar da limpeza dos dentes com mais frequência, não apenas duas vezes por dia. Na verdade, essas bactérias estão praticamente sempre presentes na boca e a limpeza frequente – além do baixo consumo de doces — acaba evitando a formação de
cáries.

A boa limpeza dos dentes também evita que a cárie causada por bactérias progrida e se transforme em gengivite ou doença gengival.

A Rotina Recomendada de Higiene Bucal

Mantenha os dentes limpos e sem cáries seguindo uma rotina regular de escovação duas vezes por dia e uso diário do fio dental. Fora isso, vá ao dentista pelo menos uma vez por ano para fazer uma limpeza profissional e uma avaliação geral e assim detectar os problemas antes de eles se agravarem. Pode ser que o dentista recomende algum tipo especial de escova, fio dental ou antisséptico bucal para melhorar os resultados de sua rotina de higiene bucal diária.
Evite a gengivite durante a gravidez

O que as mulheres gravidas devem saber sobre a gengivite
se você estiver gravida, seu dentista de estar informado sobre os primeiros signos de sintomas de doença da gengivas. As gravidas tem maior risco de doenças periodontal devido a que as concentrações aumentadas de progesterona da gravidez causam uma resposta exagerada as bacterias da placa. Em consequência, é mais provável que as gravidas desenvolvam gengivites, inclusive se segurem uma rotina constante de cuidados com a saúde da boca. 
 


A gengivite é mais comum durante os meses dois a oito da gravidez. Informe ao seu dentista quando estiver grávida, ele lhe recomendará limpezas dentais mais freqüentes durante o segundo trimestre ou no começo do terceiro trimestre, a fim de ajudar a combater os efeitos do aumento de progesterona e evitar a gengivite.
Além disso, consumir uma dieta equilibrada durante a gravidez ajuda a promover a saúde dental e geral para você e para o seu bebê. Os dentes de um bebê começam a se desenvolverem nos meses três a seis da gravidez, por isso deve assegurar-se de que você recebe suficiente cálcio, vitaminas D, C e A, fósforo e proteínas.
Persiste o mito de que uma mulher grávida perde cálcio dos dentes se não recebe suficiente cálcio na dieta durante a gravidez. De fato, qualquer perda de cálcio devido a uma deficiência de cálcio na dieta ocorrerá nos ossos, não nos dentes. Mas se você incluir abundantes alimentos ricos em cálcio na dieta durante a gravidez, seus ossos e dentes, e os de seu bebê, deveriam ser fortes e sadios.




22 de set. de 2012

sistema cardiaco


O coração

Apesar de toda a sua potência, o coração, em forma de cone, é relativamente pequeno, aproximadamente do tamanho do punho fechado, cerca de 12 cm de comprimento, 9 cm de largura em sua parte mais ampla e 6 cm de espessura. Sua massa é, em média, de 250g, nas mulheres adultas, e 300g, nos homens adultos. O coração fica apoiado sobre o diafragma, perto da linha média da cavidade torácica, no mediastino, a massa de tecido que se estende do esterno à coluna vertebral; e entre os revestimentos (pleuras) dos pulmões. Cerca de 2/3 de massa cardíaca ficam a esquerda da linha média do corpo. A posição do coração, no mediastino, é mais facilmente apreciada pelo exame de suas extremidades, superfícies e limites.

A extremidade pontuda do coração é o ápice, dirigida para frente, para baixo e para a esquerda. A porção mais larga do coração, oposta ao ápice, é a base, dirigida para trás, para cima e para a direita.


Limites do Coração

A superfície anterior fica logo abaixo do esterno e das costelas. A superfície inferior é a parte do coração que, em sua maior parte repousa sobre o diafragma, correspondendo a região entre o ápice e aborda direita. A borda direita está voltada para o pulmão direito e se estende da superfície inferior à base; a borda esquerda, também chamada borda pulmonar, fica voltada para o pulmão esquerdo, estendendo-se da base ao ápice. Como limite superior encontra-se os grandes vasos do coração e posteriormente a traquéia, o esôfago e a artéria aorta descendente.


Uma imagem do sistema cardíaco explicando os detalhes que tem em um coração.
--> -->
Camadas da Parede Cardíaca:
Pericárdio: a membrana que reveste e protege o coração. Ele restringe o coração à sua posição no mediastino, embora permita suficiente liberdade de movimentação para contrações vigorosas e rápidas. O pericárdio consiste em duas partes principais: pericárdio fibroso e pericárdio seroso.
O pericárdio fibroso superficial é um tecido conjuntivo irregular, denso, resistente e inelástico. Assemelha-se a um saco, que repousa sobre o diafragma e se prende a ele.
O pericárdio fibroso superficial é um tecido conjuntivo irregular, denso, resistente e inelástico. Assemelha-se a um saco, que repousa sobre o diafragma e se prende a ele.


O pericárdio seroso, mais profundo, é uma membrana mais fina e mais delicada que forma uma dupla camada, circundando o coração. A camada parietal, mais externa, do pericárdio seroso está fundida ao pericárdio fibroso. A camada visceral, mais interna, do pericárdio seroso, também chamada epicárdio, adere fortemente à superfície do coração.

 

Epicárdio: a camada externa do coração é uma delgada lâmina de tecido seroso. O epicárdio é contínuo, a partir da base do coração, com o revestimento interno do pericárdio, denominado camada visceral do pericárdio seroso.
Miocárdio: é a camada média e a mais espessa do coração. É composto de músculo estriado cardíaco. É esse tipo de músculo que permite que o coração se contraia e, portanto, impulsione sangue, ou o force para o interior dos vasos sanguíneos.
Endocárdio: é a camada mais interna do coração. É uma fina camada de tecido composto por epitélio pavimentoso simples sobre uma camada de tecido conjuntivo. A superfície lisa e brilhante permite que o sangue corra facilmente sobre ela. O endocárdio também reveste as valvas e é contínuo com o revestimento dos vasos sanguíneos que entram e saem do coração.

 

Configuração Externa:

 o coração apresenta três faces e quatro margens:

FACE

FACE ANTERIOR(Esternocostal)- Formada principalmente pelo ventrículo direito.

Face Diafragamática(inferior)- Formada principalmente pelo ventrículo esquerdo e parcialmente pelo ventrículo direito; ela está relacionada principalmente com o tendão central do diafragma.

Face Pulmonar (Esquerda)- formada principalmente pelo ventrículo esquerdo; ela ocupa a impressão cárdica do pulmão esquerdo. 





Margem Direita - Formada pelo átrio direito e estendendo-se entre as veias cavas superior e inferior.

Margem Inferior - Formada principalmente pelo ventrículo direito e, ligeiramente, pelo ventrículo esquerdo.

Margem Esquerda - Formada principalmente pelo ventrículo esquerdo e, ligeiramente, pela aurícula esquerda.

Margem Superior - Formada pelos átrios e pelas aurículas direita e esquerda em uma vista anterior; a parte ascendente da aorta e o tronco pulmonar emergem da margem superior, e a veia cava superior entra no seu lado direito. Posterior à aorta e ao tronco pulmonar e anterior à veia cava superior, a margem superior forma o limite inferior do seio transverso do pericárdio. 




Externamente os óstios atrioventriculares correspondem ao sulco coronário, que é ocupado por artérias e veias coronárias, este sulco circunda o coração e é interrompido anteriormente pelas artérias aorta e pelo tronco pulmonar.

O septo interventricular na face anterior corresponde ao sulco interventricular anterior e na face diafragmática ao sulco interventricular posterior.

O sulco interventricular termina inferiormente a alguns centímetros do à direita do ápice do coração, em correspondência a incisura do ápice do coração. 



O sulco interventricular anterior é ocupado pelos vasos interventriculares anteriores.

O sulco interventricular posterior parte do sulco coronário e desce em direção à incisura do ápice do coração.

Este sulco é ocupado pelos vasos interventriculares posteriores. 
funcionamento interno

O coração possui quatro câmaras: dois átrios e dois ventrículos. Os átrios (as câmaras superiores) recebem sangue; os ventrículos (câmaras inferiores) bombeiam o sangue para fora do coração.

Na face anterior de cada átrio existe uma estrutura enrugada, em forma de saco, chamada aurícula (semelhante a orelha do cão).

O átrio direito é separado do esquerdo por uma fina divisória chamada septo interatrial; o ventrículo direito é separado do esquerdo pelo septo interventricular

Átrio Direito
O átrio direito forma a borda direita do coração e recebe sangue rico em dióxido de carbono (venoso) de três veias: veia cava superior, veia cava inferior e seio coronário.

A veia cava superior, recolhe sangue da cabeça e parte superior do corpo, já a inferior recebe sangue das partes mais inferiores do corpo (abdômen e membros inferiores) e o seio coronário recebe o sangue que nutriu o miocárdio e leva o sangue ao átrio direito.

Enquanto a parede posterior do átrio direito é lisa, a parede anterior é rugosa, devido a presença de cristas musculares, chamados músculos pectinados.

O sangue passa do átrio direito para ventrículo direito através de uma válvula chamada tricúspide (formada por três folhetos - válvulas ou cúspides).

Na parede medial do átrio direito, que é constituída pelo septo interatrial, encontramos uma depressão que é a fossa oval.

Anteriormente, o átrio direito apresenta uma expansão piramidal denominada aurícula direita, que serve para amortecer o impulso do sangue ao penetrar no átrio.

Os orifícios onde as veias cavas desembocam têm os nomes de óstios das veias cavas.

O orifício de desembocadura do seio coronário é chamado de óstio do seio coronário e encontramos também uma lâmina que impede que o sangue retorne do átrio para o seio coronário que é denominada de válvula do seio coronário. 

 

Átrio Esquerdo
O átrio esquerdo é uma cavidade de parede fina, com paredes posteriores e anteriores lisas, que recebe o sangue já oxigenado; por meio de quatro veias pulmonares. O sangue passa do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo, através da valva bicúspide (mitral), que tem apenas duas cúspides.

O átrio esquerdo também apresenta uma expansão piramidal chamada aurícula esquerda.
Ventrículo Direito 




O ventrículo direito forma a maior parte da superfície anterior do coração. O seu interior apresenta uma série de feixes elevados de fibras musculares cardíacas chamadas trabéculas carnosas.

No óstio atrioventricular direito existe um aparelho denominado valva tricúspide que serve para impedir que o sangue retorne do ventrículo para o átrio direito. Essa valva é constituída por três lâminas membranáceas, esbranquiçadas e irregularmente triangulares, de base implantada nas bordas do óstio e o ápice dirigido para baixo e preso ás paredes do ventrículo por intermédio de filamentos.

Cada lâmina é denominada cúspide. Temos uma cúspide anterior, outra posterior e outra septal. 





O ápice das cúspides é preso por filamentos denominados cordas tendíneas, as quais se inserem em pequenas colunas cárneas chamadas de músculos papilares.

A valva do tronco pulmonar também é constituída por pequenas lâminas, porém estas estão dispostas em concha, denominadas válvulas semilunares (anterior, esquerda e direita). 



 No centro da borda livre de cada uma das válvulas encontramos pequenos nódulos denominados nódulos das válvulas semilunares (pulmonares).






                 Ventrículo Esquerdo




O ventrículo esquerdo forma o ápice do coração. No óstio atrioventricular esquerdo, encontramos a valva atrioventricular esquerda, constituída apenas por duas laminas denominadas cúspides (anterior e posterior). Essas valvas são denominadas bicúspides. Como o ventrículo direito, também tem trabéculas carnosas e cordas tendíneas, que fixam as cúspides da valva bicúspide aos músculos papilares.

O sangue passa do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo através do óstio atrioventricular esquerdo onde localiza-se a valva bicúspide (mitral). Do ventrículo esquerdo o sangue sai para a maior artéria do corpo, a aorta ascendente, passando pela valva aórtica - constituída por três válvulas semilunares: direita, esquerda e posterior. Daí, parte do sangue flui para as artérias coronárias, que se ramificam a partir da aorta ascendente, levando sangue para a parede cardíaca; o restante do sangue passa para o arco da aorta e para a aorta descendente (aorta torácica e aorta abdominal). Ramos do arco da aorta e da aorta descendente levam sangue para todo o corpo.

O ventrículo esquerdo recebe sangue oxigenado do átrio esquerdo. A principal função do ventrículo esquerdo é bombear sangue para a circulação sistêmica (corpo). A parede ventricular esquerda é mais espessa que a do ventrículo direito. Essa diferença se deve à maior força necessária para bombear sangue para a circulação sistêmica.


Ciclo Cardíaco

Um ciclo cardíaco único inclui todos os eventos associados a um batimento cardíaco. No ciclo cardíaco normal os dois átrios se contraem, enquanto os dois ventrículos relaxam e vice versa. O termo sístole designa a fase de contração; a fase de relaxamento é designada como diástole









 Quando o coração bate, os átrios contraem-se primeiramente (sístole atrial), forçando o sangue para os ventrículos. Um vez preenchidos, os dois ventrículos contraem-se (sístole ventricular) e forçam o sangue para fora do coração. 



Valvas na Diástole Ventricular         Dinamismo das Valvas                           Valvas na Sístole Ventricular




Para que o coração seja eficiente na sua ação de bombeamento, é necessário mais que a contração rítmica de suas fibras musculares. A direção do fluxo sanguíneo deve ser orientada e controlada, o que é obtido por quatro valvas já citadas anteriormente: duas localizadas entre o átrio e o ventrículo - atrioventriculares (valva tricúspide e bicúspide); e duas localizadas entre os ventrículos e as grandes artérias que transportam sangue para fora do coração - semilunares (valva pulmonar e aórtica).

Complemento: As valvas e válvulas são para impedir este comportamento anormal do sangue, para impedir que ocorra o refluxo elas fecham após a passagem do sangue. 









Sístole é a contração do músculo cardíaco, temos a sístole atrial que impulsiona sangue para os ventrículos. Assim as valvas atrioventriculares estão abertas à passagem de sangue e a pulmonar e a aórtica estão fechadas.Na sístole ventricular as valvas atrioventriculares estão fechadas e as semilunares abertas a passagem de sangue. 






 Diástole é o relaxamento do músculo cardíaco, é quando os ventrículos se enchem de sangue, neste momento as valvas atrioventriculares estão abertas e as semilunares estão fechadas. 










fonte : http://www.auladeanatomia.com/cardiovascular/coracao.htm